29 abril, 2007

Osso Buco no 'Cozinho'


Vejam ai a mais nova receita de Osso Buco no 'Cozinho'. Manu aproveitou e colocou fotos na receita de pão de queijo.

27 abril, 2007

Taxi em Camberra

Como disse no post anterior viajei para Camberra na segunda-feira. Não trouxe nenhuma foto porque acabei me esquecendo de levar a máquina. Mas mesmo assim acho que não traria nenhma foto interessante. Passei o dia todo de um lado pro outro da universidade. Sai de Armidale as 6:30 da manhã e cheguei em Camberra as 11:00 direto pra um seminário na Australian National University (ANU).

Quano sai do aerporto fui logo pra fila de taxi onde tinha um 'fiscal' das companhias de táxi organizando a tal da fila. uvi o tal do fiscal perguntando quem ia pra ANU. Duas outras pessoas se juntaram a mim e lá fomos nós pra ANU. No caminho fiquei pesnando como ia ser pra dividir a corrida do taxi, já que cada um ia pra um lugar diferente. Na primeira parada uma surpresa, o sujeito pagou a corrida toda. O taxímetro não foi desligado e o taxista (ou taxeiro) continuou a corrida. A outra pessoa no táxi sabia mais ou menos pra onde ia; eu não tinha a mínima idéia. Então, lá foi o taxista em direção ao próximo destino (com o taxímetro ligado desde o aeroporto). Depois de deixar o segundo passageiro o motorista me disse que a ANU é muito desorganizada e que ninguém nunca sabe onde ficam os prédios de lá. Que é super difícil encontrar qualquer coisa porque normalmente só colocam no endereço o número do prédio.

Sem desligar o taxímetro, lá foi o motorista me deixar no meu destino já com um mapa na mão. Como nenhum dos outros pasageiros reclamou, achei - e ainda acho - que é costume local o taxista fazer uma corrida e ganhar por três. Então aqui vai a dica:

Em fila de taxi na Austrália, espere sempre a sua vez e vá sozinho ao seu destino.
O seminário foi muito legal. O problema é que só tem um telefone público em toda a ANU. Só descobri isso depois de ter andado um bocado e de ter me perdido mais um outro bocado, mesmo com o mapa do campus nas mãos. Quando cheguei no único orelhão da ANU, coloquei a única moeda que eu tinha, de A$2.00 e o %#$^%$@#^%$@ engoliu a derradeira sem nem pestanejar. Quando olhei do lado tinha um telefone dizendo assim:
"Ligações gratuitas para taxi"
Liguei, falei com a máquina de atender telefone da companhia de taxi e fui direto pro aeroporto. Cheguei em Armidale as 8:00 da noite.

19 abril, 2007

Camberra

Na segunda-feira, 23 de abril, terei finalmente a oportunidade de conhecer a capital Australiana. Vou participar de um seminário na Australian National University. Uns dizem que Camberra é tão chata quanto Brasília e que ela fica vazia entre sexta e segunda-feira.

As comparações não param ai. Assim como Brasília, Camberra foi planejada para ser a capital nacional em 1908 para pôr fim às candidaturas de Sydney e Melbourne. Por isso está localizada mais ou menos entre estas duas cidades.

Infelizemente só vou passar o dia na capital australiana.

14 abril, 2007

A libidinosa Côrte Espanhola

Estou lendo um livro muito interessante, chamado "Foundations of the Portuguese Empire 1415-1580", escrito pelo Bailey W. Diffie e George D. Winius. Uma passagem do livro que achei muito interessante é quando o Diffie descreve a rivalidade entre Espanha e Portugal e as diversas estratégias para apaziguar os ânimos.
Uma dessas estrategemas era, claro, o casamento entre os príncipes de ambos os lados. Em 1455 Juana, irmã de Afonso V de Portugal casou-se com Enrique IV, que governou Castilha entre 1454 e 1474. Vou aqui traduzir exatamente as palavras do Diffie na página 148 pra não perder nenhum detalhe.
"Vivendo em uma côrte que mesmo para os padrões reais daqueles tempos era considerada anormalmente libidinosa, Juana supostamente usou das liberdades que o rei permitiu a si e à sua corte. O resultado dessa libertinagem foi a dúvida que surgiu em relação a paternidade da filha de Juana, que também recebeu o nome de Juana, herdeira do trono de Castilha. Ela foi motivo de chacotas, conhecida como 'Juana la Beltraneja' porque de acordo com as fofocas da época ela era filha de Juan Beltrán de la Cueva ao invés de ser filha de Enrique IV, que concordou em um momento posterior que ele não era o pai da criança."
Um dos resultados dessa dúvida em relação a paternidade de Juana foi uma outra Guerra entre Portugal e Espanha quando Enrique (o corno?) morreu. Como o próprio Diffie ressaltou, esse casamento não foi o primeiro e nem o último entre as famílias reais dos dois países.

Tia Márcia, estou lendo algumas coisas sobre a Guerra Peninsular e dentro em breve coloco um post aqui.

Pão de Queijo no Cozinho

Tem receita de pãozinho de queijo no Cozinho. Cliquem aqui.

06 abril, 2007

A origem dos ovos de Páscoa

Assim como todo mundo, Manu e eu sabemos que o ornitorrinco é o único mamífero que põe ovo (apesar dele ter bico de pato) e que de forma alguma um coelho seria capaz de tal proeza. Finalmente encontramos a explicação sobre como são feitos os ovos de Páscoa!

Encontrei esse extraordinário flagrante do mundo natural no blog Estado de Espírito

Uma Feliz Páscoa a todos!

Finalmente o primeiro triunfo: prêmio Colher de Pau no campeonato de futebol

Ontem fizemos o último jogo do campeonato armidelense de futebol. Foi a partida que iria decidir o um prêmio "wooden spoon" (colher de pau) que é entregue ao time que menos pontos marcou no campeonato. A partida tinha tudo pra ser interessante, e foi. De um lado um time que só havia ganho de nós no campeonato. Do outro nós, os 'Dyebacks' até então 'invictos' (não ganhamos nenhuma patida).

O placar elástico de 16 x 13 pro time adversário mostrou que a partida foi, de fato, muito equilibrada. Estávamos desfalcados de 2 artilheiros, um escocês e um australiano que foi ao Brasil nos anos 80 de adorou dormir na rede no Ceará. Eles ficaram com a dificil tarefa de guardar lugar no pub pro resto do time, já que a partida ocorreu na véspera do feriado de sexta-feira da paixão. Encontrar um lugar pra sentar seria mais difícil do que ganhar a partida sem eles.

Enfim, depois da partida suada e equilibrada ganhamos o título que nos competia. A 'colher de pau' é nossa!

01 abril, 2007

Semana em Coffs Harbour

Semana passada fomos pra Coffs Harbour. Fui ajudar uma amiga a contar recrutas de corais em azulejos. Sei que soa bastante engraçado o coral ter um recruta. Na verdade o coral tem uma larva que nada, chamada de plânula. Quando a plânula encontra um substrato adequado ela se fixa e começa a deoistar o esquelto carbonático do coral. O que a Cris está fez foi colocar vários tipos diferentes de substratos em diversos ângulos e posições para ver se existe uma preferência da larva para se fixar. Depois que os recrutas assentam e crescem nos azulejos eles podem ser transplantados para um recife para recolonizá-lo.

O trabalho que fui fazer com a Cris foi o de contar os recrutas de corais nos azulejos. Acho que fizemos uns 48 azulejos em dois dias. Acho que ela ainda tem mais algumas centenas para fazer. Quando der vamos lá de novo... Manu aproveitou e ficou trabalhando so relatórios do trabalho dela. Foi bom porque ela ficou mais sossegada por lá e o trabalho rendeu.

Chegamos na quinta-feira a tempo de nos despedirmos do Benja e da Graciela. Eles voltaram pro México na sexta de manhã deixando saudades. Mas Armidale é assim, um monte de gente chega e um monte de gente vai embora.

21 março, 2007

A Guerra Peninsular

Estou fazendo uma tradução de uns documentos de um soldado inglês que lutou ao lado do Exército Português durante as incursões de Napoleão na Península Ibérica, também conhecida como Guerra Peninsular (1807 - 1814).

Muito interessante a história do sujeito. Até onde eu traduzi o Capitão X (vou ver se posso colocar o nome dele aqui) mostra que foi capitão do exército inglês e, depois, do exército português. O Capitão X alega que estava na relação para receber uma medalaha por participar no campo em cinco campanhas durante a Guerra Peninsula. Até onde ue traduzi ele não conseguiu provar tal fao porque o comandante do quartel que fez a lista abandonou o posto ou morreu, não deixando a tal da lista disponível.

O Capitão X também acompanhou a corte Portuguêsa ao Brasil, ou se juntou pouco depois. No período em que ele viveu no Rio de Janeiro ele alega ter subido até o posto de Major o que, novamente, ele não consegue provar ainda. Num dos documentos ele requere a presença de uma testemunha do alto escalão do exército para comprovar a sua história.

Ele usa esa promoção de major em um pedido para ser posto na reserva do exército, recebendo uma pensão de acordo com a sua patente (ele recebeu sim o direito a uma pensão de Capitão). Não percam os próximos episódios.

Enquanto isso vale a pena ler sobre o que foi a Guerra Península, que resultou na fuga da corte portuguesa para o Brasil. O link da wikipédia é um bom começo.

14 março, 2007

Mergulho na Grande Barreira


Pensei que eu tinha colocado as fotos que a Yara Tibiriçá tirou durante os mergulhos que fizemos na Grande Barreira de Corais mas, por algum motivo, não o fiz. Como eu disse antes, o mergulho foi muito legal, fiquei assustado com a quantidade e variedade de peixes em um lugar que recebe uns 200 turistas por dia. Vejam essa diversidade na foto acima. Antes que alguém pergunte, essa careca reluzente ainda não é a minha, eu sou o de trás.

A Yara aproveitou e tirou umas fotos minhas mais de perto. Buia, como você pode ver eu abandonei a histórica camisa de lycra azul.

11 março, 2007

Um jogo apertado


Nosso último jogo no campeonao armidelense de futebol talvez tenha sido o mais difícil também. Em campo estavam dois times que ainda não haviam vencido. Em campo eram duas potências mistas, 3 mulheres e 4 homens. Nós sem nenhuma mulher na reserva. Eles com 3 sexagenárias com um preparo físico exemplar construído por horas e horas de hidroginástica.

O jogo foi difícil, o primeiro gol só saiu depois de uns 5 minutos de jogo, marcado pelo time adversário que marcou outro logo em seguida. Nós puxamos um contra-ataque rápido e 5 minutos depois o resultado estava empatado novamente e permanecendo assim durante todo o primeiro tempo.

O segundo tempo começou bastante equilibrado, com boas oportunidades para os dois times. Entretanto, na segunda metade do segundo tempo as sexagenárias, ajudadas por um preparo físico exemplar, venceram o páreo com as nossas meninas, que não tinham subsitutas e não puderam descansar. Esboçamos uma reviravolta no final do segundo tempo, mas mesmo assim perdemos o jogo por 6 x 5.

01 março, 2007

Campeonato de futebol em Armidale

Para os nossos assíduos leitores, ávidos por notícias sobre o campeonato armidelense de futebol, aqui vão as últimas notícias. Ontem, quinta-feira, os 'dyeback destroyers', time do qual faço parte, jogou contra os 'peanuts' num emocionante jogo debaixo de muita chuva. Como estava relampejando o jogo ficou suspenso por 30 ansiosos minutos, onde os times se testavam mutuamente com olhares e caretas.

Começamos o jogo bem. Não tomamos nenhum gol nos primeiros 30 segundos. Mas ai, num lance de sorte o atacante adversário penetrou em nossa área e marcou o primeiro. Bom, vou me concentrar na narração dos nossos gols, se não vai faltar espaço aqui... Depois de 4 minutos e meio eu recebi a bola na intermediária, driblei duas meninas e um capenga, cruzei para o nosso artiheiro, que marcou sem titubear.

Num lance de sorte, a nossa artilheira holandesa cruzou uma bola para mim, surpreendendo todo o time adversário, e acabei marcando um gol de cabeça. O jogo ficou bastante equilibrado no primeiro tempo, mas o nosso goleiro recebeu um telefonema da mulher dele e teve que voltar correndo, sob risco de dormir no sofá (ela pensoui que ele estava no mercado). A jogadora que o substituiu se mostrou bastante esforçada, mas não o suficiente para segurar a sede de gols do time adversário. No final os 'dyeback' marcaram uns 8 gols, mas o time adversário marcou umas 2 vezes mais. Devagar nós estamos conquistando nosso lugar no campeonato. No primeiro jogo marcamos 2 gols, no segundo 3, no terceiro 4 e agora 8.

25 fevereiro, 2007

O Primo Prêmio Nobel

Semana passada estava falando com meu pai sobre uma 'prima' que me descobriu na internet. Na verdade ela descobriu o primo Agnor Gurgel, que possui uma árvore genealógica da família Gurgel na internet. A prima Fafá (não confundir com a Tia Fafá) queria saber notícias de um primo do meu pai que eu conheci a algum tempo atrás em Salvador. Depois que encaminhei o email pro meu pai, ele me explicou o parentesco.

A prima Fafá é casada com Claudemir, que é filho de Mirinha, que é prima da vovó Nenêm, mãe do meu pai. Até ai acho que tá fácil de entender as relações de parentesco, não é? Mas agoa é que a história começa a ficar mais interessante. O Claudemir, tinha uma irmã fantástica, que infelizmente veio a falecer em 2004. O nome dela era Dra Ana Maria Comaru-Schally, uma médica endocrinologista extremamente competente, que viajou o mundo fazendo importantes pesquisas médicas. A prima Ana Maria casou-se com o Dr Andrew V. Schally, um dos ganhadores do prêmio Nobel de Medicina de 1977 (ano que nasci).

O Dr e a Dra Schally visitavam regularmente o Brasil e, em uma destas oportunidades o Tio Gil foi visitá-los com a tia Marta em Fortaleza, se não me engano. Depois de muita conversa tio Gil e tia Marta resolveram ir embora. Como se diz em Fortaleza, o carro 'deu prego' e não pegava de jeito nenhum. A tia Marta sentou no volante e o tio Gil começou a empurrar o carro. Logo depois o Primo Prêmio Nobel estava ao seu lado, também empurrando o carro, que, finalmente pegou.

O 'primo' Dr Schally tem uma biografia muito interessante. Ele nasceu na Áustria, fugiu pra Romênia duante a 2a Guerra e depois foi pra Inglaterra, Canadá e EUA. Não vou nem tentar colocar aqui o resumo da história, mas ela está disponível no site oficial do prêmio Nobel.

Quanto a 'prima' Dra Ana Maria vou reproduzir aqui um trecho de uma carta que o Dr Schally escreveu quando da sua morte em 2004, que resume bem a sua competência:

"Ela era uma endocrinologista de altíssima reputação, autora de inúmeros artigos médicos e sua perícia em endocrinologia era muito admirada. A 35 anos atrás, quando ela ainda estudava medicina no Brasil, ela diagnosticou seu próprio nódulo na tireóide e marcou a cirurgia com seus professores."

A belíssima carta que o Dr Schally escreveu pode ser lida no site da Associação dos Ex-Alunos do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione (ASSEX - IEDE)

22 fevereiro, 2007

Post rapidinho só pra falar do cozinho

Esses últimos dias estamos um pouco atribulados aqui na Pacata Armidale e não deu pra colocar aqui no blog a história do nosso primo que ganhou um prêmio nobel. O rascunho tá pronto, mas ainda preciso dar uma melhorada e incluir uma história de um tio da gente que teve o carro empurrado pelo tal primo prêmio nobel. Chique, hein? Isso fica pros próximos dias.

No mais estou jogando num time de futebol chamado de Dyeback Destroyers. A média de idade é de uns 45 anos e é muito legal jogar com eles. Semana passada fizemos 3 gols, hoje marcamos 4. Em ambas as partidas nós perdemos de pelo menos uns 10 gols de diferença, mas o que importa é o nosso resultado. Até o final do campeonato o nosso objetivo é marcar 8 gols numa partida.

Colocamos uma receita nova no cozinho. O prato escolhido foi um linguado com molho de maracujá. Muito bom! Vejam o cozinho agora e não deixem pra depois.

15 fevereiro, 2007

Fotos debaixodagua

Depois de quase 1 ano finalmente atualizei o debaixodagua. Acabei de colocar fotos de um naufrágio e de um recife do Havaí e dos mergulhos que fizemos em Coffs Harbour a quase duas semanas atrás. Tem de tudo, fotos de naufrágio, tartarugas, tubarões, corais e por ai vai... Para visitar é só clicar aqui www.debaixodagua.com.br e se quisrrem ver só as fotos mais recentes visitem as pastas Havaí e Coffs Coast dentro da pasta Austrália.

13 fevereiro, 2007

Estamos de volta

Chegamos de volta a capital da Nova Inglaterra depois de 10 dias de trabalho para uns e apoio moral para outros. Manu estava fazendo a parte de campo do projeto dela e eu fui de acompanhante enquanto consertava algumas coisas da minha tese. Passamos 2 noites de Dorrigo, 7 em Urunga e 1 noite em Belingen. Nesse meio tempo Manu fez dezenas de entrevistas em lugares como Numbuca Heads, Coffs Harbour, Woolgooga, Urunga, e outros lugares que eu não pude ir e, por isso, não me lembro.

Num futuro vindouro minha Consorte e eu colocaremos as fotos aqui.

30 janeiro, 2007

Sandálias - Havaí parte III

Pois é, no final da tarde depois das excursões fomos fazer a tão esperada velejada no catamarã. Eu pedi pro Andrew fazer uma cara de desbravador pra essa foto...
A de desbravador Andrew...

O passeio foi legal, com a farofada típica desses eventos. A vantagem era que as bebidas estavam incluídas no preço do passeio. O passeio foi encarado por muitos como uma corrida de recuperação do investimento, mas foi muito bacana mesmo.

O dia seguinte foi reservado a procura das sandálias. Depois de muito procurar acabei encontrando alguns exemplares. No caminho acabei encotrando outras coisas 'interessantes.
Clube de tiro em Honlulu. Que ridículo... Aqui você podia usar AK-47, e outras armas especiais.

As primeiras sandálias havaianas que vi.

Depois começou a ficar mais fácil encontrá-las...

As legítimas Havaianas. Não têm cheiro, não soltam as tiras e são muito confortáveis.

Esse foi o meu último dia em Honolulu.

Mamão e Abacaxi - Havaí parte II

Como prometido, aqui vai a parte II do post do Havaí. A conferência foi muito legal, conheci gente de tudo que é ilha do Pacífico, Indonésia, Canadá, Inglaterra, e por ai. vai. Gente muito legal envolvida com pesquisa e educação em áreas marinhas. Creio que meu trabalho foi bem aceito. Teve gente que veio conversar comigo depois da apresentaçnao. Conheci também um sujeito que trabalhou com o Jacques Cousteau desde 1966 e agora trabalha com o Jean Michel Couesteau, trouxe até um livro dele muito legal.

Eu dividi o meu quarto com o "Herói da Sustentabilidade do Ano" de Melbourne, o Andrew. Eu perguntei o que isso significava e ele me respondeu que isso lhe assegura o direito de usar a cueca em cima da calça... Mas falando sério, ele recebeu o título após uma eleição patrocinada pelo estado de Victoria. É claro que tínhamos que usar a pia para alguma coisa...


Andrew e as Coronoas geladas

Leo e Andrew depois de umas coronas...

No último dia da conferência tivemos uma festa de encerramento num bar. A festa foi animada, é claro, pela máfia latina.
Margarita (MEXICO), Antônio (CHILE), Paloma (MEXICO) e eu.

Aqui embaixo vai uma foto tirada um pouco mais tarde durante a mesma festa...
A flor colocada na orelha esquerda passa a mensagem de 'disponibilidade' e do lado direito a de 'indisponibilidade'. Não me perguntem o significado de uma coroa de flores...

Na manhã seguinte a festa de encerramento tivemos excursões das mais variadas. Eu escolhi ir ao mercado de peixe, onde o atum é leiolado na hora que sai do barco. Muito legal!! Até então isso aqui foi o mais perto que cheguei de uma sandália havaiana.
Havaianas?

Desembarque dos peixes

O leilão correndo solto

Os 'bichinhos'

No dia seguinte fomos velejar num esquema semelhante a das escunas na Baía de Todos os Santos. A diferença é que tudo era feito em catamarãs a vela. Tô tentando colocar a foto aqui mas acho que já excedi o meu limite de espaço, então aguardem as fotos na PArte III da viagem ao Havaí.

28 janeiro, 2007

Grande Barreira de Corais

Depois de 2 anos e meio aqui na Australia consegui mergulhar na Grande BArreira de Corais (GBC) da Australia. O mergulho foi feito nos recifes mais proximos da costa (cerca de 70km de Townsville). Fomos num barco de operadora de mergulho. Nada se parece com o Brasil. O catamara tem capacidade para 200 pessoas, mas eles 'so' colocam cerca de 120 turistas. Eh muita gente, mas o servico eh baastante profissional. Pena que os instrutotres de mergulho nao se divertem muito olhando a galera toda fazendo snorkel na popa do barco.

Os recifes externos de Abrolhos nao ficam atras da GBC nao!

Bom, vou indo nessa que o meu tempo aqui no Internet Cafe esta acabando. Quando chegar em Armidale tento fazer um post mais compkleto, bem como a parte 2 da viagem aoo Havai onde conto sobre as sandalias Havaianas. Carlos, nao tive tempo e nem paciencia ($$$$$) para ir nos vulcoes da Ilha Grande.

24 janeiro, 2007

Um pouco do Havaí - Parte I

Finalmente vou escrever um pouco sobre a viagem do Havaí. Complementando um pouco as informações do post anterior, eu fui pra Honlulu em busca do Mamão e Abacaxi Havaí, das verdadeiras sandálais havaianas e, aproveitando a viagem, fui apresentar um trabalho numa conferência.
Pra começar sai de Sydney na manhã do domingo, 14 de janeiro e cheguei em Honolulu na noite do dia 13. Ganhei um dia porque cruzei a linha internacional de mudança de data. No sábado de manhã acabei acordando tarde pro café da manhã e fui andando na rua procurando algum lugar pra comer. Um sujeito me parou pra pedir informações e eu disse que não sabia de anda. Ele começou a conversar. Era um americano que já estava meio bebum as 9:45 da manhã. Ele disse que ia cortar os cabelos em Waikiki. O nome soou familiar e resolvi ir pra lá também. Enquanto esperávamos o ônibus ele começou a reclamar que agora os americans precisam de um passaporte pra ir pro Canadá e pro Caribe, coisa que eles não precisavam antes do 11 de setembro. Mal sabe ele do que nós precisamos pra conseguir um visto americano. Se vocês não sabem ai vai um pedaço da lista:

- Todos os passaportes que vocês já teve na vida
- Razão para voltar pro país de orgem
- Contatos de pessoas com quem você vai se relacionar nos eua
- Duas visotrias de segurança no prédio do consulado, que incluem retirada de sapatos, etc e tal
- Entrevista
- Impressões digitais do dois dedos indicadores
- Scan da íris (já funcionando em alguns aeroportos americanos, mas não em Honolulu)

Ainda bem que o pessoal da conferência, através dos patrocinadores: NOAA, Western Pacific Regional Fishery Management Council, me ajudou bastante, enviando cartas e e-mails ao consulado dos EUA em Sydney enfatizando a importância da minha ida pra lá. Ajudou e muito. Mas voltando ao assunto de Waikiki, peguei o tal do ônibus e cheguei nessa praia da foto abaixo. Muito bonita, mas cheia de hotéis a beira-mar.

Praia de Waikiki

Em Waikiki, depois de tomar um banho de mar entrei num museu e, de lá, fui pra Pearl Harour na tarde. Pearl Harbour é bastante movmentdo e eu pensei que os navios eram acessíveis facilmente. Me advertiram de que eu precisaria de pelo menos um dia em cada navio (Arizona, Oklahoma) que foi atingido no ataque. Como eu cheguei no meio da tarde achei me;lhor nem tentar ir nos navios. Mas tinha um submarino e alguns mísseis e torpedos da II Guerra.

No dia seguinte começou a conferência (INternational Pacific Marine Educators Conference). Por causa da correria de visto e das viagens eu havia impresso o programa antigo que tinha mudado. No meu programa a conferência só começava as 12:30, mas eles mudaram e a conferência começou as 7:30 da manhã. As 9:30 ligaram rpo meu quarto pra saber se eu estava bem porque não tinham o meu registro de inscrição até então. Sai correndo e chegui na hora da foto.
A noite teve a festa de abertura num bar de cais de porto muito legal. As locais dançaram um ula-ula e tivemos também comidas típicas polinésias.

De segunda a quarta tivemos duas sessões plenárias simultâneas, que poderiam ser vistas ao vivo pela internet. Tivemos apresentadores de diversas partes do Oceano Pacífico usando os recursos da internet para apresentar seus trabalhos.
Reconhecem esse sujeito ai? Vamos ver mais de perto...
Eu e o Harry, um australiano que me deu a maior ajuda pra ir pro congresso.

Vou parar de escrever agora e fazer um outro post mais tarde pra não ficar muito ccansativo...